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A traição e a ingratidão lado a lado na política maranhense

Certamente essas são palavras que mais predominam no âmbito da política partidária, tanto na esfera federal, estadual ou municipal. Acordos firmados são quebrados repentinamente para atender determinados interesses pessoais, deixando a coletividade e o companheirismo em segundo plano. Impressionante como aquilo tido como certo e sensato vira incerteza e dúvida num piscar de olhos. Palavras firmes e fortes de apoio dão lugar ao silêncio profundo. Nesse momento é possível perceber a ingratidão atrelada à traição.

Constatamos o uso dessa prática nessa eleição do último dia 7 de outubro quando o prefeito da cidade de Afonso Cunha, Arquimedes fez a um candidato a estadual. O parlamentar que destinou ao município maquinário por indicação ao Governo do Estado e outros benefícios.

Certamente não existe no dicionário de Arquimedes lembrança do passado ou tão pouco reconhecimento do trabalho e compromisso.  Também não há espaço para recordar o quanto foi importante o apoio  e atenção do parlamentar quando solicitado. Como diria um escritor  “Os ingratos e traidores são como aves de arribação. Se faz bom tempo eles vêm, se faz mau tempo eles vão.”

Mais vale lembrar que não é apenas o prefeito Arquimedes, da cidade de Afonso Cunha que usa desses mecanismos sórdidos para interesses escusos. A política maranhense está recheado deles.

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