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"Quadra poliesportiva" no bairro da Liberdade

A dificuldade em combater os focos do mosquito transmissor do aedes aegypti em São Luís, não fica restrita somente à população. Dezenas de logradouros públicos espalhados nos quatro cantos da ilha vem sendo verdadeiros criadouros do mosquito da dengue, principalmente nesse período das chuvas.

No bairro da Liberdade no centro de São Luís, mais precisamente na comunidade Japão daquele bairro, os moradores denunciam a situação de risco que a quadra poliesportiva da comunidade oferece com o foco da dengue, que pode causar danos a milhares de pessoas que residem no bairro.

Segundo um vereador da capital, as obras de construção da quadra se iniciaram em julho de 2015 e nunca foi concluído. O parlamentar e lideranças da comunidade tentaram junto a prefeitura uma solução para o problema, mais até o momento nada foi feito para resolver a situação.

É comum nos dias de hoje em São Luis, se avistar moradores fazendo serviços que é obrigação do poder público. Na comunidade do Japão, a população temendo por suas vidas, fazem um mutirão para retirar a água acumulada no local.

Até mesmo o Serviço de Prevenção Epidemiológica do Município não dar o ar da graça na comunidade, pelo menos para amenizar o problema dos moradores.

Em outubro podem esperar que vai aparecer candidatos ao Governo prometendo o paraiso aos moradores da Liberdade. Somente nesta época que eles conseguem carregar consigo o mapa de toda São Luís.

O íncio do ano de 2018 não foi bom para os trabalhadores da saúde em São José de Ribamar. Na manhã desta quinta-feira(4), sindicalistas do Sindsaúde, Sintema e a Força Sindical, realizaram manifestação pública de protesto, em frente à Maternidade Municipal de São José de Ribamar, região metropolitana de São Luís.

Os profissionais contratados pela empresa Vitale, técnicos e auxilares de enfermagem estão amargando com o descaso e a irresponsabilidade do Prefeito Luis Fernando Silva em não tomar nenhuma atitude. De acordo com informações, a empresa Vitale, contratada por Luis Fernando, aplicou um sonoro calote em centenas de trabalhadores, deixando de pagar salários, décimo terceiro e rescisões contratuais.

E pra piorar a situação, denúncias dão conta que o prefeito Luis Fernando após ser procurado por diversos profissionais na tentativa de solucionar o problema, ele foi ignorante em dizer que "ele não tinha nada a ver com isso". Essa é a verdadeira cara do Luis Malvadeza.

Resta saber qual deputado corajoso vai tentar buscar o apoio desse cidadão que vem provando dia a dia suas reais pretensões na administração da linda cidade de São José de Ribamar. Vamos aguardar...

 

Vereadores da cidade de Sambaiba denunciam supostas irregularidades em váiras obras da atual administração municipal, no comando do Prefeito Dr. Raimundo Santana.

Os valores apontados nas recentes obras da Prefeitura, tem chamado atenção da população e dos vereadores da cidade, que suspeitam de superfaturamento. Uma delas foi a construção de um muro em uma unidade hospitalar e a reforma de uma escola, ambas no povoado Vereda de Cima.

Pintura da escola custou cerca de R$ 50 mil reais

 

Pra se ter uma idéia, a "reforma", pintura na escola municipal custou cerca de R$ 50 mil, já a construção de um muro da UBS Manoel Dias Borges, equivalente a 260 metros quadrado, custou para os cofres público do municipio o valor de R$ 84 mil reais.

A situação não para somente por ai, já em outro povoado  do municipio chamado Ananais,  a reclamação dos moradores é constante, tanto na educação como na saúde. A falta de atendimento hospitalar e de medicamentos são fatores que mais causam revolta na população.

Uma moradora indignada com as falhas na saúde do município desabafa:

Se é pra ir à cidade de Balsas fazer consulta e comprar o remédio, não precisa vim médico pra cá, aqui há necessidade do médico e a medicação, só o médico não resolve, VAI FAZER CHÁ DA RECEITA PRA TOMAR?", finaliza.

Em outros povoados a situação é semelhante, senão pior, mostrando o desastre na atual administração pública da cidade.

Os vereadores devem criar uma comissão para investidar todas as denúncias apontadas em relação às obras citadas, e solicitar junto ao executivo local um relatório detalhado dos gastos aplicados nas mesmas.

Nossa equipe tentou entrar em contato com o prefeito de Sambaiba, Raimundo Santana,  até o fechamento da matéria não conseguimos falar com o mesmo, desde já o blog está aberto para qualquer esclarecimento, se houver.

Acompanhe abaixo uma reportagem realizada em Sambaiba.

 

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O secretário de Saúde do Estado do Maranhão, Carlos Lula, concedeu uma entrevista a um jornal de São Luís, falando sobre a operação deflagrada no dia de ontem(16), da Polícia Federal chamada de "Operação Pegadores". O gestor da saúde teve a coragem em dizer que "ele", ou a atual administração não tem nada a temer.

A operação da Polícia Federal, visa por fim em todo país dos escandalosos desvios de dinheiro público que acontece em vários estados da federação, inclusive o Maranhão. Durante a operação, foram realizadas 17 prisões e vários mandatos de busca e apreensão.

Em um dos trechos do informe diário da capital, salienta que o gestor Carlos Lula, diz: "O secretário afirmou que a atual gestão mudou o modelo de gestão em relação às Organizações Sociais da Saúde para coibir fraudes e outras irregularidades. Ele lembrou que os funcionários passaram a ser chamados por seletivo e não mais por indicação política." 

Agora me compre um bode, os funcionários serem chamados por "seletivos", quem nos garante a transparência desse processo. Ultimamente, as administrações tem utilizado este termo para mascarar a troca de favores que todos nós conhecemos dentro de uma administração pública. O secretário deve está pensando que ele está levando esse tipo de informação para pessoas sem conhecimento algum do que se passa por trás de uma política.

Segundo a entrevista conforme o site do impresso diário, o secretário ainda diz que a substituição de servidores foram gradativas, para não comprometer os serviços oferecidos pelo Estado. Mais uma conversa pra "boi' dormir, foram substituídos por falta de conhecimento  ou foram retirados por terem sido admitidos na gestão anterior.

E para finalizar, um representante do governo ainda citou "A gestão não tem nada a temer, pelo contrário, temos uma determinação muito clara de colaborar sempre com os órgãos de controle e apurar as responsabilidades."

Nossa opinião

Com determinação ou não, o Estado é obrigado a fornecer as informações que a polícia federal requerer, trata-se de desvio de dinheiro do povo, que deve ser apurado. Uma vez que a maior parte do dinheiro da SES vem de recursos federais.

Na manhã desta segunda-feira(24), a médica Helena Duailibe entregou o comando da Secretaria Municipal de Saúde de São Luís ao prefeito Edivaldo Holanda Jr.

A médica estava no cargo desde 2014. Para ocupar o lugar de Helena Duailibe, o atual secretário de governo Lula Fylho vai assumir a pasta.

Duas Ações Civis Públicas (ACPs) ajuizadas pelo Ministério Público do Maranhão (MPMA) pedem que a Secretaria de Estado de Saúde (SES) garanta os tratamentos médicos de um idoso com câncer de pulmão e de uma criança com uma doença genética de pele no município de Sambaíba.

As manifestações foram formuladas pelo titular da Promotoria de Justiça da Comarca de São Raimundo das Mangabeiras, Thiago Barbosa Bernardo. O município é termo judiciário da comarca.

IDOSO

Na primeira Ação Civil Pública de obrigação em fazer com pedido de tutela provisória de urgência antecipada incidental, ajuizada em 7 de julho, o MPMA solicita que a Secretaria providencie a disponibilização imediata ao idoso José Ribeiro da Silva, de 75 anos, um equipamento de oxigênio domiciliar com máscara.

O idoso, diagnosticado com neoplasia pulmonar, tem renda mensal de um salário mínimo, o que impossibilita a aquisição e manutenção do aparelho.

CRIANÇA

A segunda manifestação, de 12 de julho, refere-se a uma criança de três anos, diagnosticada com ictiose, doença caracterizada pelo ressecamento intenso e descamação da pele.

Por indicação médica, o menor deve realizar um exame de análise molecular por exoma na cidade de São Paulo. O valor do exame, que é somente realizado na rede particular de saúde, é de R$ 9,9 mil.

A família do menor não possui condições financeiras de arcar com os custos do deslocamento, hospedagem e alimentação e do exame. Em novembro de 2016, a mãe da criança solicitou que a SES órgão custeasse o Tratamento Fora do Domicílio (TFD) mas o pedido foi negado.

PEDIDOS

Na ação, o MPMA pede que a Secretaria providencie a realização do exame, nas redes pública ou privada de saúde. Outro pedido é que, em caso de necessidade de deslocamento para outro estado, a SES custeie, via TFD, as despesas com passagens e ajuda de custo para o menor e para sua mãe, Ana Lucia Pereira Rocha.

Nas duas ações, o MPMA pede, ainda, que sejam estabelecidas multa por descumprimento no valor de R$ 1 mil diários, a ser revertida ao Fundo Estadual de Proteção dos Direitos Difusos.

Após denúncias da existência de abatedouros de carne clandestina e os problemas que isso pode trazer à saúde da população do Município de Paulo Ramos e adjacências, a polícia militar atendeu a uma solicitação do Ministério Público e realizou à apreensão de 130 kg de carne bovina.

Segundo a PM, além da carne apreendida também foi detido um homem identificado como Raimundo Rodrigues. Ele foi apresentado na delegacia de polícia local para as devidas providências.

Como resultado de Ação Civil Pública (ACP) ajuizada pela Promotoria de Justiça de Pindaré-Mirim, o Poder Judiciário determinou, em 7 de abril, o bloqueio mensal de R$ 11 mil, das contas do Estado do Maranhão, para garantir o tratamento médico de um paciente com esclerose múltipla.

A decisão judicial determina ao Estado do Maranhão o custeio integral do transporte, hospedagem e alimentação do paciente e de seu acompanhante, fornecimento das medicações e vitaminas de uso contínuo.

O bloqueio deve ser mantido até a inclusão do paciente no Programa de Tratamento Fora do Domicílio (TFD) e do fornecimento das medicações necessárias para a continuidade do tratamento, realizado trimestralmente no Hospital das Clínicas de São Paulo. Assina a ACP o titular da comarca de Pindaré-Mirim, Claudio Borges dos Santos. A decisão é da juíza Ivna Melo Freire.

O Ministério Público está aguardando a citação do Estado do Maranhão para o cumprimento da sentença.

Na ACP, o membro do MPMA destacou que o paciente tem a enfermidade há 11 anos, com comprometimento da locomoção, fala, respiração, visão e outras funções orgânicas. Para manter o tratamento, ele precisa tomar três caixas de morfina, três caixas de procaína e duas de rivotril, totalizando um custo médio de R$ 7 mil.

O paciente, de 50 anos, recebia mensalmente da Prefeitura de Pindaré-Mirim R$ 1.100 para custear a compra de parte das medicações, mas o auxílio foi suspenso. Atualmente, o tratamento só é mantido com doações de empresários e moradores da região.

“A omissão das autoridades responsáveis em adotar as medidas necessárias ao pleno tratamento poderá causar a regressão com maior intensidade de seu estado de saúde, podendo ter por consequência dores intensas e até levá-lo à morte, o que comprovaria o absoluto cerceamento do seu direito fundamental à saúde”, afirmou, na ACP, Cláudio Borges.

“Isso é um nome… Já imaginou quando ela era bebê?”. Essa pergunta foi feita pela médica Claudia Regina Zanella, de 50 anos, em uma postagem em seu perfil em uma rede social. Ela referia-se à aposentada Valmita Dias, de 65 anos, que havia atendido em um hospital de Praia Grande, no litoral de São Paulo.

O caso ganhou repercussão na internet na quarta-feira (31). A médica, que trabalha como plantonista no Hospital Irmã Dulce, foi afastada das atividades, e a família da idosa procurou as autoridades em busca de justiça. O Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp) também apura o que aconteceu.

Minha mãe não estava se sentido bem, foi ao hospital e acabou atendida por essa médica. No dia seguinte, minha irmã foi avisada por um amigo sobre uma postagem no Facebook. Quando ela foi ver, era a nossa mãe. Nossa, eu fiquei indignado", contou o filho da idosa, o motorista Edivan Vital da Silva, de 42 anos.

Assustada com a repercussão e sem compreender a atitude da médica, a família procurou ajuda. "A médica fez o atendimento, fez a foto do prontuário, guardou no celular e postou na rede social. Ela feriu a ética. Vamos tomar providências na esfera cível e criminal", disse o advogado da família, Marco Antônio Pinheiro.

Médica Claúdia Zanella que debochou da paciente nas redes sociais

"Em pleno Século 21, isso ainda acontece em nosso país. A saúde já está uma precariedade, e eu não acho justo uma médica que estudou tanto tempo fazer esse tipo de comentário", desabafou Edivan. Na tarde de quinta-feira (1º), eles registraram um boletim de ocorrência na Polícia Civil sobre o caso.

Por meio de nota, a direção do Hospital Irmã Dulce informou que "notificou a empresa para a qual a médica presta serviço, solicitando o afastamento imediato da profissional, que deixa de fazer parte da equipe de atendimento". O nome da firma terceirizada não foi informada pela direção da unidade de saúde.

O Cremesp, também em nota, informou que instaurou sindicância para averiguação dos fatos, "o que envolve coleta de provas e documentos sobre o ocorrido, manifestação escrita e, sempre que necessário, audiência com os envolvidos". O prazo de apuração dura de seis meses a dois anos, em média, e ocorre em sigilo.

Hospital informou que médica foi afastada das atividades(Foto: José Claudio Pimentel)

 

A pedido do Ministério Público do Maranhão, a Justiça determinou, em 10 de maio, que o Município de São Domingos do Azeitão forneça duas ampolas da medicação avastin e triacinolona a um paciente com problemas na visão.

A decisão é resultado de Ação Civil Pública com pedido de tutela de urgência, ajuizada em 3 de maio, pelo promotor de justiça Laécio Ramos do Vale.

O membro do MPMA destacou, na ação, que o tratamento foi iniciado a partir do primeiro bloqueio judicial e o novo pedido foi formulado para assegurar a continuação da assistência.

Se o tratamento fosse interrompido, o paciente correria o risco de perder a visão.