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Os números atualizados da Defesa Civil estadual apontam que já são 1.227 famílias afetadas pelas fortes chuvas que caíram no Maranhão nos últimos dias. São 17 cidades com eventos adversos relacionados a enxurradas, alagamentos e inundações, além da situação de famílias desabrigadas.

Os atuais municípios afetados são: Marajá do Sena, Pedreiras, Trizidela do Vale, Nina Rodrigues, Lago dos Rodrigues, Presidente Vargas, Brejo, Paulino Neves, Bacabal, Imperatriz, São João do Sóter, Tuntum, São Luiz Gonzaga, Rosário, Timbiras, Cantanhede e Esperantinópolis.

Já foi decretada Situação de Emergência em sete cidades: Marajá do Sena, Pedreiras, Trizidela, Lago dos Rodrigues, Presidente Vargas, Brejo e São João do Sóter. Nos municípios de Timbiras e Cantanhede, a Defesa Civil emitiu estado de alerta, por conta da elevação do rio que banha a cidade.

Segundo a Defesa Civil, dentro do plano de contingência um posto de comando foi instalado em Trizidela do Vale para realizar o atendimento dos municípios do centro maranhense banhados pela bacia hidrográfica do Mearim, local onde está a maioria das cidades com quadro de inundação.

Fonte: G1

Criminalistas que acompanham de perto os processos enfrentados pelo ex-presidente Lula avaliam que ele não deve ficar menos de seis anos preso em regime fechado. Só sairia antes disso, analisam, se vier a ficar doente, como o deputado Paulo Maluf (PP).

Condenado pelo caso do tríplex do Guarujá a 12 anos e 1 mês de prisão, o petista ainda será julgado por Sergio Moro por questões envolvendo o sítio de Atibaia e o suposto recebimento de um terreno da Odebrecht para o Instituo Lula. Em ambas as situações, os crimes imputados são os mesmos dos que renderam a primeira condenação em segunda instância ao ex-presidente: corrupção e lavagem de dinheiro.

Se novamente for condenado e receber penas similares, Lula somaria 36 anos de prisão, dos quais precisaria cumprir ao menos um sexto em regime fechado. Deixar a prisão a curto prazo, mesmo para a defesa do petista, não parece ser possibilidade viável.

Funcionários do Condomínio Vitória, localizado na Estrada de Ribamar, na região metropolitana de São Luís, denunciaram a este blog, que estão sem receber seus salários há pelo menos três meses.

Com isso, os  trabalhadores devem realizar um ato de paralisação na manhã desta próxima sexta-feira(13), visando mostrar aos condominos a realidade em que eles tem passado com a falta de compromisso do síndico.

“Vamos realizar uma paralização amanhã, porque não aguentamos mais, além do senhor Wellington Vida não pagar nossos salários, sempre que o procuramos ele se nega a nos atender, o quando resolve atender diz com maior arrogância que se não estamos satisfeitos, podemos pedir pra sair”, desabafa um funcionário. 

De acordo com os empregados, recentemente foi realizado uma Assembléia no Condominio, que teve como resultado unânime dos participantes, pela saida do síndico Wellington Vida da adaministração do local. Porém o administrador após tomar conhecimento do resultado da reunião, e com medo de perder a boquinha, procurou a justiça e conseguiu  uma liminar que garantiu a sua permanência na administração do condominio.

O que tem deixado os fiuncionários do condominio mais revoltado, é, segundo eles, que Wellington Vida estaria mentindo aos condôminos que o pagamento dos salários de todos os trabalhadores estar em dias.

Outro ponto que foi denunciado, e deve ser fiscalizado pela Justiça do Trabalho, é que o administrador do Condominio Vitoria, não estar garantidno os direitos constitucionais que os empregados possuem, como FGTS e INSS.

O que nos causa tristeza é saber que um empregador que deixa de pagar suas obrigações e não garante os direitos dos seus empregados, ainda tem amparo na justiça, caso este da liminar que recebeu para não ser retirado de seu cargo.

O deputado estadual Júnior Verde (PRB) reuniu-se nesta segunda-feira, 09, com o presidente da CAEMA, Carlos Rogério, para apresentar demandas de investimentos para o município de Paraibano. O parlamentar estava acompanhado do vice-presidente da Câmara Municipal, vereador Ricardo Campos, e ouviu do gestor da Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão a destinação de 3,2 milhões de reais em construção de redes de distribuição, poços artesianos e revitalização do sistema de abastecimento de água no município.

A visita ao presidente da CAEMA foi destaque do pronunciamento de Júnior Verde na Assembleia Legislativa. O deputado informou ter apresentado quatro Indicações somente para Paraibano, além de ter destinado emenda para obras de calçamento.

“Elas refletem o que nós hoje fazemos durante os nossos finais de semana, agendas intensas de trabalho dedicadas sempre aos municípios maranhenses. Foi por isso que ontem destacamos as diversas agendas que tivemos a oportunidade de ter em várias Secretarias de Estado”, destacou.

Carlos Rogério comprometeu-se a realizar a revitalização do sistema de abastecimento de água na Vila Maurício, que atende três bairros: Vila Maurício, Subestação e Vila Guilhermino Brito. Um técnico da Companhia já foi designado para uma análise.

“Já serão feitas algumas intervenções como limpeza e desobstrução da rede nessa região, mas a CAEMA também já tem um procedimento licitatório, no Processo 12.010/2018, que prevê a ampliação do sistema de distribuição com 6.500 metros de rede e limpeza de oito poços artesianos, beneficiando mais de 350 famílias. Política de resultados é o que nós queremos, isto é, que de fato possamos transformar as nossas proposições. Foi o que aconteceu”, comemorou Júnior Verde.

Serviços que serão realizados para a ampliação do sistema de água de Paraibano:

- 6.500 m de rede de distribuição

- limpeza de 08 poços

- 350 ligações

- perfuração de 02 poços de 500 m de profundidade

- reconstrução do prédio da CAEMA

- urbanização das áreas da CAEMA

Na última sexta-feira, (08), o vereador Cézar Bombeiro (PSD) entregou à comunidade do bairro da Liberdade o Centro de Formação CB, inicialmente voltado ao enfrentamento do analfabetismo digital, cursos de culinária voltados para a conservação de alimentos e indústria caseira, além de contar com uma sala para atendimento de fisioterapia e futuramente consultas médicas.

Cézar Bombeiro, por ocasião da inauguração da sede do Centro de Formação CB, destacou que o curso de informática é de vital necessidade para as pessoas que tentam ingressar no mercado de trabalho e por não terem conhecimentos e nem saberem manusear um computador não conseguem acessar ao mercado de trabalho.

Já o curso de conservação de alimentos com a indústria caseira tem dois objetivos diferentes, mas bastante educativo. A conservação de alimentos é para evitar perdas e o consumo de produtos saudáveis e a indústria caseira é voltada para a transformação de alimentos, em que as pessoas serão orientadas a industrializar produtos que geralmente e por desconhecimento jogamos no lixo, fontes ricas de vitaminas e altamente saudáveis, principalmente as cascas de frutas e verduras, além de oportunizar as pessoas a ganharem dinheiro.

Quanto à sala de fisioterapia, é importante em razão de que ela está ligada as pessoas, desde as crianças até os idosos, além de que estamos trabalhando para em busca de parcerias para consultas médicas, diz o vereador.

Ele considera ser também uma das prioridades do Centro de Formação CB, uma escola para alfabetização de adultos, com metodologias modernas que permitam a que as pessoas aprendam em tempo curto, a ler e escrever para se tornarem cidadãs e posteriormente possam se tornar protagonistas das suas histórias e transformarem sonhos em realidade. Sempre digo que, a transformação em qualquer contexto passa necessariamente pela educação, afirmou o vereador Cézar Bombeiro, a todos os presentes à solenidade simples de inauguração do Centro de Formação CB.

A denúncia contra o senador Aécio Neves (PSDB-MG), por corrupção passiva e obstrução da Lava Jato, será analisada pelos ministros da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), na próxima terça-feira (17).

A decisão de pautar o inquérito foi do relator do caso na Corte, ministro Marco Aurélio Mello. Além dele, formam a Primeira Turma os ministros Alexandre de Moraes, Rosa Weber, Luís Roberto Barroso e Luiz Fux.

Na denúncia oferecida ao STF, a Procuradoria Geral da República (PGR) acusa o tucano de solicitar R$ 2 milhões ao empresário Joesley Batista, um dos delatores da JBS.

A irmã do parlamentar, Andrea Neves, o primo de Aécio, Frederico Pacheco, e Mendherson Souza Lima, ex-assessor do senador Zezé Perrela (PMDB-MG), também foram denunciados.

Todos foram citados na delação premiada da JBS. De acordo com a PGR, o recebimento do valor teria sido intermediado por Frederico e Mendherson, que teria entregue parte dos recursos em uma empresa ligada ao filho de Perrella. A denúncia está baseada em gravações feitas pela Polícia Federal, durante uma ação controlada.

Sobre a acusação de obstrução da Justiça, a PGR sustenta na denúncia que o senador afastado tentou embaraçar as investigações da Operação Lava Jato, na qual também é investigado, ao "empreender esforços" para interferir na distribuição dos inquéritos dentro da Polícia Federal. Ao fim, a procuradoria solicitou ao STF que Aécio e sua irmã sejam condenados ao pagamento de R$ 6 milhões por danos decorrentes dos casos citados de corrupção.

Um jovem casal foram flagrados fazendo sexo em plena luz do dia no Parque do Bom Menino, no centro de São Luís.

Guardas municipais que fazem ronda diariamente naquele local, se surpreenderam quando avistaram o casal no maior deita e rola em cima da laje da unidade do GDAM localizada no Parque.

O mais interessante foi que após a chegada dos guardas, os dois pareciam não se importar com a presença da autoridade e continuaram o ato. Só depois se deram conta que estavam cometendo crime de atentado ao pudor.

E para brincar com a cena, o transeunte que filme todo o ato, ainda disse: "esse é o Brasil que eu quero para o futuro" finalizou.

Veja o vídeo

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A 5ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) manteve sentença de primeira instância que condenou o ex-prefeito José Willian de Almeida, do município de Buritirana, a ressarcir ao erário o valor de R$ 1.559.000,00, corrigidos; a pagar multa civil de R$ 29.836,00; e à suspensão de seus direitos políticos por seis anos. As sanções foram aplicadas em razão de práticas de improbidade referentes à realização de operação financeira sem atender às normais legais e realizar despesa não autorizada em lei.

A ação civil pública por ato de improbidade administrativa pediu a condenação do ex-prefeito em decorrência de contrato (acordo de cooperação) firmado entre o município de Buritirana e o Banex S.A., em que a instituição financeira concederia empréstimos consignados aos servidores municipais, ficando o município responsável por efetuar os descontos mensais nos salários dos servidores e encaminhá-los ao banco.

Segundo a ação, a contratação foi ilegal, pois feita sem autorização legislativa e com suposta apropriação dos descontos efetuados nas remunerações dos servidores. Acrescenta, ainda, que teriam sido fraudados vários documentos em benefício próprio, de parentes e até de pessoas alheias ao quadro funcional do município.

O ex-prefeito requereu, preliminarmente, a prescrição do processo, pois tais condutas estariam prescritas, já que teriam ocorrido em 12/09/2006, e o ajuizamento da ação ocorreu em 11/06/2014, quando já transcorridos mais de cinco anos.

Em relação ao mérito, o ex-prefeito disse que não foi comprovada a desobediência aos princípios constitucionais da administração pública, uma vez que apesar de ter sido celebrado o contrato questionado em sua gestão, não significa que os recursos foram repassados diretamente a uma conta vinculada ao município. Alegou que o empréstimo foi feito com cada servidor, sendo o município um mero intermediador.

Ele ainda sustentou que não ficou devidamente comprovada a existência de dano ao erário, mediante a apropriação ilícita dos valores descontados em folha dos servidores beneficiários do empréstimo e que a dívida teria sido reconhecida pelo município em outra ação.

Inicialmente, o desembargador Ricardo Duailibe (relator), afastou a alegada prescrição. Ele disse que a ação foi ajuizada em 05/09/2014, mas lembrou que, na hipótese de reeleição do agente político acusado de ato de improbidade administrativa, deve o prazo de prescrição ter início no final do segundo mandato.

Ricardo Duailibe frisou que a robusta prova documental demonstra as irregularidades cometidas no acordo de cooperação, com constatação de que os empréstimos consignados foram realizados, com lançamento de valores nas contas dos servidores e descontos mensais nos contracheques, sem repasse à instituição financeira dos valores descontados.

O relator destacou, ainda, a falsificação de documentos, como contracheques, termos de nomeação, que resultaram no recebimento de empréstimos em quantias superiores às legalmente permitidas e ainda possibilitaram que pessoas estranhas ao quadro de funcionários fossem também beneficiadas com empréstimos que não seriam pagos à empresa Banex.

Ao analisar os autos, o relator verificou que foram celebrados 56 empréstimos consignados, dentre os quais 24 com pessoas que não eram servidores municipais, os quais não foram localizados nos endereços apontados, porque serem domicílios desconhecidos pela população local ou por não existirem.

Duailibe constatou que o apelante admitiu e celebrou acordo em outra ação, com parcelamento da dívida em 32 prestações de R$ 50 mil, a partir de 30/09/2012, pagamentos estes que não foram honrados.
Os desembargadores Raimundo Barros e José de Ribamar Castro também negaram provimento ao apelo do ex-prefeito. (Protocolo nº 26152/2017 – Senador La Rocque)

O juiz Vallisney de Oliveira, da 10ª Vara da Justiça Federal em Brasília, marcou para 21 de junho o interrogatório do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, às 9h30, em local a ser definido, dentro do processo a que ele responde na Operação Zelotes. O petista é suspeito de tráfico de influência, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

A data foi definida no dia 13 de março, antes da prisão de Lula, no caso do triplex no Guarujá. A defesa, também antes de o ex-presidente começar a cumprir pena de 12 anos e um mês, já havia pedido para o magistrado rever a marcação. Ele ainda não se pronunciou.

O caso apura supostos crimes na compra de 36 caças suecos pelo governo federal entre 2013 e 2015, durante a gestão da ex-presidente Dilma Rousseff. Segundo denúncia do Ministério Público Federal, montadoras teriam sido beneficiadas no esquema.

Também são réus no processo o filho de Lula, Luís Cláudio Lula da Silva, e os lobistas Mauro Marcondes e Cristina Mautoni. Os três serão ouvidos no mesmo dia.

O ex-presidente nega as acusações, afirmando que nunca interferiu na aprovação de medidas provisórias ou no processo de escolha e compra dos caças pelo Brasil.

O interrogatório do ex-presidente neste processo já foi adiado ou suspenso em pelo menos três ocasiões. A última delas no dia 20 de fevereiro, quando a 4ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) decidiu manter o depoimento suspenso até que todas as etapas relativas à convocação de testemunhas fossem cumpridas, atendendo a pedido dos advogados de Lula.